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Abstract The Art of Design: o arquiteto Bjarke Ingels

Abstract – The Art of Design por Netflix

o arquiteto Bjarke Ingels

Utópico, Bjarke Ingels um jovem arquiteto dinamarquês  que se apresenta na nova série documental da Netflix: Abstract, the art of design, compartilhando os desafios e realizações dessa Arte tão primordial para nossas Vidas.

O episodio quatro começa com a dualidade entre sonho a realização concreta. E é nisso que se baseia a trajetória de Bjarke que revolucionou a arquitetura Dinamarquesa já adormecida a tempos. Detendo hoje de uma confiança apenas conquistada apos a conclusão do primeiro prédio. Nele, o  Bjarke Ingels Group (BIG), começa a converter condicionantes problemáticas em possibilidades. trazendo uma nova perspectiva para a solução desses problemas utilizando os mesmo recursos de um projeto tradicional.

Logo, o Maritime Youth House trouxe notoriedade ao Escritório.

Retratando um momento importante na Historia do Escritório Ingels, o episódio de 45 minutos de Abstract nos compartilha o processo de seis meses entre convite e conclusão do projeto do BIG’s 2016 Serpentine Gallery Pavilion em Londres. Uma obra a ser executada em um lugar ícone para Manifestos Conceituais, onde Importantes nomes da arquitetura mundial já deixaram projetos efêmeros como objeto mas  com uma mensagem duradoura e inconfundível.

O desafio de concretizar essa proposta em um tempo tao curto se torna  possível através de muita discussão sobre o desafio e as formas de resolve-lo, visualização de cada uma dessas possibilidades através de protótipos físicos e digitais e uma pesquisa minuciosa sobre as tecnologias que tornariam a proposta viável.  Processo criativo gerado em um espaço que por si só já estimula a melhor Escolha formal e conceitual.

YES IS MORE!

Bjarke disse Sim. Aos pais que lhe indicaram o Curso de Arquitetura, contrapondo seu sonho de ser cartunista, Sim, à Possibilidade de fazer esse curso em Barcelona, encarando outra Língua, outra cultura e Sim a possibilidade de inovar a forma de se projetar  ao retornar a Copenhagen. A  empresa nasce sem clientes, mas logo apareceram  projetos incríveis como o VM House,  edifico que se molda para que seus usuários tenham as melhores visuais. The Montain, o quarteirão Urbano que ressignificou a relação entre estacionamento e apartamentos e o 8 House que concentra tudo que uma comunidade precisa de forma compacta e tridimensional.

Projetos que reforçam o discurso sempre presente nos temas que o BIG desenvolveu em palestras, publicações e exposições, como “sustentabilidade hedonista” e “utopia pragmática”. Ingels fala sobre hibridizar ideais aparentemente incompatíveis, Ideias transformadas no Livro. Yes is More, de 2009. Trabalho que de certa forma aflorou o Cartunista existente em nosso protagonista que através de uma junção de diagramas que trouxe uma nova didática ao ensino da arquitetura, mudando a cultura dos jovens arquitetos.

O Episodio dirigido por Morgan Neville  se direciona tanto para espectadores causais quanto para os profissionais, Mostrando a  abordagem consistente que tem oferecido ao BIG seu sucesso contínuo, um sucesso que inclui mais de uma dúzia e meia projetos que estão atualmente em andamento. E que permitiu a expansão do escritório para alem do Atlântico.  Ao chegar à Manhattan Deixa sua marca em uma das skylines mais famosas do Mundo com Hibrido Courtscraper que é uma junção entre um arranha-céu dos EUA e um pátio de Copenhagen.

Com essa ascensão tão rápida, aos 42 anos, Bjarke naturalmente enfrentou criticas e reações extremas sobre seu trabalho ao mesmo tempo em que muda em pequenas e grandes escalas a ideia das pessoas sobre o que é possível. fazendo-as se acostumarem com “Ideias Malucas”. Isso por confiar nos  efeitos sociais e ambientais positivos em cada um de seus projetos.  Através da transformação do que é a necessidade, a utilidade, em poesia e possibilidade.  Assim, a ideia de uma enorme rampa de esqui no telhado de uma usina , a Copenhill,  se torna receptiva.

Realidade ou Utopia o fato é que Bjarke Injels  já conquistou ou pelo menos já cruzou a barreira da indiferença com seus projetos complexos e inovadores. Talvez porque de certa forma tornou possessível o entendimento de como as coisas são feitas. Usando uma linguagem simples e direta. tornando a complexidade dos sonhos algo palpável.

“Gosto da ideia de a arquitetura ser uma forma de manifestar nossos sonhos no mundo real”, diz ele. “Esse é o poder que nós, humanos, temos: o quanto afetamos o nosso ambiente”.



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