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Abstract The Art of Design: a Designer de Interiores Ilse Crawford

Abstract – The Art of Design por Netflix

a Designer de Interiores Ilse Crawford

No oitavo e ultimo episódio da serie Abstract, trataremos sobre a  importância do bem estar trabalhado da parede para dentro. Através do design de Interiores, Ilse Crawford tem como foco principal as necessidades humanas em tudo que faz.

Fundadora do Studioilse, localizada em Londres, ela  conta com uma uma equipe multidisciplinar tratando as questões humanas do design em vários aspectos.

Para além da aparência, A verdade é que mesmo que o design seja cenográfico e Icônico esse deve atender uma premissa básica. conceito que Ilse conhece como ninguém.Ao iniciar esse episódio nossa protagonista nos lembra que Passamos a maior parte da vida dentro de edifícios, sendo assim, deve-se priorizar as pessoas e pensar na experiência humana no início do processo de design. das cores empregadas nos ambientes até a escolha de cada mobiliário. Tudo, tem impacto em como nos sentimos e como nos comportamos ali.“design é uma ferramenta para acentuar nossa humanidade, uma moldura pra vida.”, reforça.

QUESTIONAMENTO

Por ter crescido em uma Família progressista, Ilse sempre se questionou sobre como as pessoas agiam diferente em cada lugar e tinha a liberdade de expor e explorar suas opiniões. Assim ela estuda história e História da arquitetura. e atua entre escritórios de arquitetura. Então em 85 lhe pediram pra criar a Elle Decoraiton. Segundo Alice Hawsthorn, Critica de design Internacional da NY Times “A Ilse sempre tratou o design de Interiores com uma seriedade e complexidade que não existiam antes” . Essa ligação próxima com o público e essa análise de quais emocionaram seus leitores a instigou a fazer algo por ela mesma.

ESPAÇOS (IN)TERNOS

E assim conhecemos seus Projetos de Interiores que apesar de não ter a mesma aparência traduzem uma mesma atmosfera.Mathias Dalgren Restaurants em Estocolmo, a manifestação do amor desse cliente pela gastronomia sueca. The Olde Bell Inn Hotel, que se tornou a definição de uma estalagem Inglesa. Dinder House, que mescla de forma sutil  clássico e contemporâneo. e os Louges da Cathay Pacific em Tokyo e Hong Kong em que ela explica o conceito de cada material minuciosamente escolhido.
A forma como se apresenta esses projetos nos remete a uma perfeição. extremamente organizados. como um cenário. Nos instigando a levantar um questionamento: Como fazer com que sua abordagem funcione para pessoas diferentes e em lugares tão distintos?

BUSCAS E ENCONTROS

Abstract, em seu ultimo episódio cita também duas bibliotecas. Uma onde Ilse se debruça sobre conceitos de Antropologia e ciência do comportamento. Seu interesse sempre foi interpretar como tornar fisica essas sensações que nos fazem querer permanecer em cada ambiente. E nessa busca por conhecimento, encontrou resposta ao explorar os cinco sentidos. levando em conta, além do aspecto visual, sensações e odores. A outra, onde Ilse transmite todo esse aprendizado. Um lugar que guarda a linguagem material específica em cada projeto, fragmentos de texturas que falam com a gente, que criam uma memória. Afinal, nós humanos somos naturalmente atraídos pelas  coisas que entram em contato com a nossa pele. isso torna a Biblioteca de materiais do Estudiollse o lugar favorito de seus clientes.
Essas buscas e encontros foram explorados em seus livros A frame for life, Home is where the heart is? e principalmente em Sensual Home.

CADA OBJETO IMPORTA!

A serie documental também revela os bastidores da parceria entre Ilse e a IKEA, famosa loja sueca de varejo e decoração. Além de assinar algumas peças na coleção Sinnerlig – com produtos que destacam materiais naturais e cores neutras, o escritório liderado por Ilse também recebe a missão de redesenhar os restaurantes da rede. O desafio é a grande escala, criar espaços e objetos desenhados para estimular os sentidos e promoverem o bem estar de quem os usa. e torna-los acessíveis e viáveis de serem executados.Reconhecendo que a abordagem humana  era a filosofia dessa empresa, eles precisavam reverter um processo, tornar relevante um espaço que nunca foi prioridade melhorando o comportamento e as ações humanas na vida quotidiana.

EMPATIA

Ilse acompanhava sua mãe na infância até casas abandonadas para resgatar azulejos do século XIX que seriam destruídos. isso sempre a deixou fascinada por essas atmosferas.
Atmosfera como a criada para o hotel Ett Hem ou “um lar” é a personificação dessa empatia transferida para o espaço físico. onde o foco não é o Luxo e sim a atenção, o cuidado.Localizado em Estocomo. esse projeto mesmo sendo relativamente pequeno abriga incondicionalmente os valores e os rituais valorizados pelos clientes. Um edificio de 1913, de quando os lares eram o foco das artes e da vida e o cotidiano era uma coisa celebrada e prazerosa e que Crawford fez com que aflorasse novamente.

Esse projeto é a tradução de nossa artista sobre uma verdade adquirida por ela ainda na adolescência quando teve de frequentar vários hospitais por conta da doença de sua mãe. Segundo ela, aqueles corredores reduziam as pessoas a pacientes esperando que os médicos passassem.
Assim Ilse  percebe que a construção pode impactar a forma como as pessoas se sentem e interagem. Ali, ela percebe que os valores humanos são inegociáveis.

LECIONAR É TOCAR O FUTURO

Somos nossos corpos. ter toque é sentir-se fisicamente e sentir-se emocionalmente. Atualmente nosso tato, com as coisas mais simples é algo negado, desvirtuado ou sexualizado.Touch é uma coleção em que . Sua qualidade especial reside nas superfícies esculpidas que envolvem nosso impulso instintivo de sentir algo e refletem nosso desejo por ambientes mais táteis na era digital. As peças são feitas na Bósnia Herzogovinia usando habilidades de escultura em madeira, candidato a Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.<

Ao criar o departamento de bem estar, que cuida do lado emocional das coisas, na DAE, Academia de Design de Eindhoven, Ilse aposta no futuro do design através do bem estar  no sentido de saúde física e emocional se apropriando de linguagens e técnicas reais e carregadas de simbolismo.

E isso justifica o fato de dar aulas, o desejo de que essa preocupação atinja o numero máximo de pessoas, que isso seja contagioso.
a minha grande esperança é que todo mundo  coloque as pessoas em primeiro lugar. e isso pode ser feito de forma individual.

PERFEIÇÃO?

E por fim, ao analisar,através de Abstract, o que move Ilse Crowford a produzir design,  percebemos que o que direciona sua produção muito se difere dos registros que encontramos em sites e publicações desses espaços.Esses apenas cumprem seu papel se forem humanizados!  Se  acolherem e serem agradáveis às pessoas.Assim eles não permanecerão vazios, intocáveis, “perfeitos”. serão ambientes onde possamos nos sentir confortáveis, como em nossa casa e que façam sentido pra quem os vivencia.



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